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Negócio

Quanto custa um site (e por que ninguém te diz)

As faixas reais do mercado brasileiro em 2026: construção, domínio, hospedagem e manutenção, com números, e o que de fato muda o preço.

Ilustração isométrica de módulos de preço empilhados, moedas e peças de infraestrutura separadas.

Resposta curta. No Brasil, em 2026, um site institucional feito sob medida custa entre R$ 1.500 e R$ 12.000 de construção, pago uma vez. O domínio .com.br custa R$ 40 por ano, direto no Registro.br. A hospedagem vai de R$ 10 a R$ 300 por mês, dependendo de como o site foi construído. E a manutenção — que quase ninguém coloca na conta — costuma ficar entre R$ 50 e R$ 500 por mês. Uma página só, com formulário e WhatsApp, fica na parte de baixo dessas faixas; um catálogo com dezenas de produtos, na de cima. Aqui na Plop! dá para começar sem entrada, por R$ 297 por mês, e essa mensalidade já cobre hospedagem, suporte e manutenção. O que muda o preço não é o número de páginas: é quanta decisão o site exige.

Dito isso, vale entender de onde cada número sai — porque é aí que as propostas que você recebeu deixam de ser comparáveis.

Pergunte a três pessoas quanto custa um site e você vai receber três respostas que não dá para comparar. Uma cobra por página. Outra cobra por hora. A terceira diz “depende” e pede uma reunião.

Isso não acontece porque o assunto é complicado. Acontece porque o preço é composto de partes que raramente aparecem separadas.

As faixas, item por item

Item Quanto custa Frequência
Construção do site R$ 1.500 a R$ 12.000 uma vez
Domínio .com.br R$ 40 por ano
Hospedagem R$ 10 a R$ 300 por mês
Manutenção e suporte R$ 50 a R$ 500 por mês

Três observações sobre essa tabela, porque uma faixa sem contexto engana:

A construção é a maior variação de todas. Um freelancer iniciante faz por R$ 800; uma agência de porte médio raramente começa abaixo de R$ 10.000, e agências com portfólio reconhecido trabalham a partir de R$ 25.000. A faixa acima é onde fica a maior parte dos sites de negócio independente: profissional, sob medida, sem virar projeto corporativo.

O domínio tem preço oficial e público. O .com.br custa R$ 40 por ano direto no Registro.br, o registrador oficial do Brasil, e esse valor não muda no ano seguinte. Quem te cobrar R$ 150 pelo domínio está cobrando pelo trabalho de administrá-lo, o que é legítimo — desde que esteja dito.

A hospedagem depende de como o site foi feito, não de quanto ele é bonito. Um site construído sobre um sistema que roda no servidor a cada visita precisa de mais máquina. Um site entregue como arquivos prontos é servido de qualquer lugar por quase nada. Isso é caro ou barato para sempre, não só no primeiro mês.

O que realmente muda o preço

Não é a quantidade de páginas. É quanta decisão o site exige.

Uma página que precisa explicar um serviço simples, com contato no final, é um trabalho contido. Um catálogo com trinta produtos, cada um com ficha técnica e foto, é outro trabalho — não porque tem mais páginas, mas porque tem mais decisões sobre como organizar aquilo. É a mesma diferença que existe entre escrever um cardápio e organizar um estoque.

O segundo fator é a tecnologia. Sites construídos sobre sistemas pesados exigem atualização constante, plugins que quebram e hospedagem mais cara. Sites construídos como arquivos estáticos custam quase nada para manter no ar e não têm painel para invadir. Essa escolha aparece na sua conta todo mês, pelos próximos anos — e também na velocidade com que o site abre, que é outra coisa que custa dinheiro sem aparecer em nenhuma linha do orçamento.

O terceiro é o que já existe. Textos prontos, fotos boas e uma ideia clara do que o site precisa dizer encurtam o projeto de verdade. Começar do zero é mais caro porque decidir o que escrever é parte do trabalho.

Por que a mensalidade não é só hospedagem

Esta é a parte que quase ninguém separa, e é onde as propostas mais divergem.

Hospedar um site pequeno custa alguns reais por mês. Se a mensalidade fosse só isso, seria difícil justificar qualquer valor acima de R$ 30. Só que um site no ar precisa de outras coisas:

  • Certificado e domínio renovados antes de vencerem, não depois que o navegador começar a mostrar aviso de “site não seguro”.
  • Correções: um formulário que parou de entregar e-mail, uma imagem que quebrou, um telefone que mudou.
  • Mudanças pequenas e constantes: um serviço novo, um preço atualizado, o horário de fim de ano.
  • Monitoramento: descobrir que o site caiu porque alguém avisa é diferente de descobrir porque você foi avisado.
  • Backup e recuperação, que só valem alguma coisa quando já foram testados.

Nada disso é dramático isoladamente. O problema é o acúmulo: um site que ninguém toca por dois anos não fica parado, fica velho — e a conta de destravar um site abandonado costuma chegar perto da conta de fazer outro.

Por isso a pergunta útil não é “quanto custa a mensalidade”, é o que exatamente está incluído nela. Uma mensalidade de R$ 80 que cobre só hospedagem é mais cara, no fim do ano, do que uma de R$ 200 que cobre hospedagem, suporte e alterações — porque toda alteração da primeira vem orçada à parte.

O modelo que faz sentido para quem toca o próprio negócio

Entrada para construir, mensalidade para manter.

A entrada paga o trabalho de criar. A mensalidade cobre hospedagem, suporte, manutenção e — se fizer sentido — publicação de conteúdo. Você sabe o que sai do caixa este mês e nos próximos.

O que não faz sentido é pagar uma vez, receber um arquivo e descobrir seis meses depois que ninguém cuida daquilo.

O nosso número, para você comparar

Não adianta escrever um texto sobre transparência de preço e não dizer o próprio. Os nossos são estes:

  • Básico — sem entrada e R$ 150 por mês, sem fidelidade. Uma página sob medida, formulário, botão de WhatsApp, hospedagem, suporte e manutenção inclusos.
  • Inteligente — sem entrada e R$ 297 por mês, sem fidelidade. Uma página sob medida com blog completo, a publicação de um conteúdo por mês e chatbot com IA.
  • Customizado — a partir de R$ 3.000 de entrada e R$ 150 por mês. Site de várias páginas, para quem tem mais de uma linha de serviço para explicar.

E antes de qualquer um deles, dá para pedir uma prévia do seu site, de graça.

Em todos, o domínio fica no seu nome. Os valores completos estão em planos, e os sites que a gente entregou estão em projetos — com o link de cada um, que é a única prova que vale.

Três perguntas antes de fechar

  1. O domínio fica no meu nome?
  2. O que exatamente está incluído na mensalidade?
  3. Se eu quiser sair, o que vai comigo?

Se as três respostas forem claras, o preço provavelmente também é.

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